O amor acontece de repente...
Miriam era uma mulher solitária, bem diferente dos anos anteriores quando ela saía para curtir com as amigas, costumava dançar, viajar e uma série de outras diversões. Sempre tão popular!
De repente, com o passar dos anos, ela parou de sair e já não via mais graça em virar a noite, ficar com homens que acabara de conhecer já não a agradava. Essa fase terminara. Aos 28 anos, embora não dissesse para outras pessoas, seu desejo era constituir família, casar-se e ter filhos. Seus programas se limitavam apenas a cinema, teatro e jantar fora. Sempre olhava para os lados como a procurar alguém interessante. Quando ia a alguma festa, tentava se fazer notar e nada acontecia. E retornava para casa sem esperanças.
Miriam procurava um amor desesperadamente, mas não o encontrava. Suas amigas estavam comprometidas e ela sempre só. Tomou a decisão de demonstrar que era feliz, uma mulher moderna, mas lá no fundo do seu íntimo, sentia falta de alguém para abraçar, beijar, estar junto, contar seus problemas, dividir seus sonhos, não alguém que no dia seguinte não fosse mais telefonar. E assim seus dias iam passando sem grandes novidades. Miriam acreditava ser essa sua sina, teria um grande emprego, mas não teria um grande amor, não formaria sua própria família.
Um belo dia, ela que não costumava trabalhar aos sábados, resolveu ir para a empresa de modo a adiantar o serviço. Decidiu pegar o metrô e, na estação, reparou num homem muito interessante, charmoso e sério. Ele a olhava de vez em quando até que um sorriu para o outro. Acabaram por entrar no mesmo vagão, sentaram-se lado a lado. Depois de alguns minutos de silêncio constrangedor, ele resolveu tentar uma conversa, apresentou-se e fez um elogio. Conversaram rapidamente assuntos do cotidiano, onde trabalhavam, moravam, o que gostavam de ler, gênero preferido de filmes e uma infinidade de coisas simples. E trocaram telefone. Ele desceu duas estações antes dela.
O dia foi normal, Miriam trabalhou, conversou com colegas, recebeu convite pra uma festa e inventou uma desculpa para não aceitar. Lembrou do homem no metrô, seu nome era Marcos, ela sorriu ao pensar nele e achou que nunca mais se encontrariam, ela não iria telefonar e tinha a certeza de que ele também não. A troca de telefone foi no momento da paquera, porém, cada um viveria sua vida e acabariam se esquecendo daquele dia.
Ao chegar em casa cansada, tomou seu banho, pediu uma pizza e resolveu assistir a um filminho na tv. Adormeceu.
Na manhã seguinte, um lindo dia de domingo, era Primavera e o sol estava brilhando no céu. Ela estava tomando seu café quando o telefone tocou e era Marcos. Miriam não conseguia acreditar, conversaram durante um tempão e ele a convidou para um passeio durante a tarde. Foram ao Parque do Ibirapuera e se divertiram, caminharam, conversaram, pararam numa lanchonete e depois ele a deixou em casa. O dia foi incrível, havia muito tempo que ela não se sentia plena e feliz daquele jeito. A partir dali, começaram a se falar todos os dias. De repente, estavam namorando. Hoje, Miriam e Marcos são casados, eles têm uma filhinha linda e são muito felizes. Coisas do destino...
De repente, com o passar dos anos, ela parou de sair e já não via mais graça em virar a noite, ficar com homens que acabara de conhecer já não a agradava. Essa fase terminara. Aos 28 anos, embora não dissesse para outras pessoas, seu desejo era constituir família, casar-se e ter filhos. Seus programas se limitavam apenas a cinema, teatro e jantar fora. Sempre olhava para os lados como a procurar alguém interessante. Quando ia a alguma festa, tentava se fazer notar e nada acontecia. E retornava para casa sem esperanças.
Miriam procurava um amor desesperadamente, mas não o encontrava. Suas amigas estavam comprometidas e ela sempre só. Tomou a decisão de demonstrar que era feliz, uma mulher moderna, mas lá no fundo do seu íntimo, sentia falta de alguém para abraçar, beijar, estar junto, contar seus problemas, dividir seus sonhos, não alguém que no dia seguinte não fosse mais telefonar. E assim seus dias iam passando sem grandes novidades. Miriam acreditava ser essa sua sina, teria um grande emprego, mas não teria um grande amor, não formaria sua própria família.
Um belo dia, ela que não costumava trabalhar aos sábados, resolveu ir para a empresa de modo a adiantar o serviço. Decidiu pegar o metrô e, na estação, reparou num homem muito interessante, charmoso e sério. Ele a olhava de vez em quando até que um sorriu para o outro. Acabaram por entrar no mesmo vagão, sentaram-se lado a lado. Depois de alguns minutos de silêncio constrangedor, ele resolveu tentar uma conversa, apresentou-se e fez um elogio. Conversaram rapidamente assuntos do cotidiano, onde trabalhavam, moravam, o que gostavam de ler, gênero preferido de filmes e uma infinidade de coisas simples. E trocaram telefone. Ele desceu duas estações antes dela.
O dia foi normal, Miriam trabalhou, conversou com colegas, recebeu convite pra uma festa e inventou uma desculpa para não aceitar. Lembrou do homem no metrô, seu nome era Marcos, ela sorriu ao pensar nele e achou que nunca mais se encontrariam, ela não iria telefonar e tinha a certeza de que ele também não. A troca de telefone foi no momento da paquera, porém, cada um viveria sua vida e acabariam se esquecendo daquele dia.
Ao chegar em casa cansada, tomou seu banho, pediu uma pizza e resolveu assistir a um filminho na tv. Adormeceu.
Na manhã seguinte, um lindo dia de domingo, era Primavera e o sol estava brilhando no céu. Ela estava tomando seu café quando o telefone tocou e era Marcos. Miriam não conseguia acreditar, conversaram durante um tempão e ele a convidou para um passeio durante a tarde. Foram ao Parque do Ibirapuera e se divertiram, caminharam, conversaram, pararam numa lanchonete e depois ele a deixou em casa. O dia foi incrível, havia muito tempo que ela não se sentia plena e feliz daquele jeito. A partir dali, começaram a se falar todos os dias. De repente, estavam namorando. Hoje, Miriam e Marcos são casados, eles têm uma filhinha linda e são muito felizes. Coisas do destino...
Moral: O amor acontece quando menos esperamos, quando não estamos procurando por ele.


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